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Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Dilma diz que está preparada para o desafio de governar o país

Do G1

 

Foto: Givaldo Barbosa / Agência O Globo

 

Dilma Rousseff de mãos dadas com o presidente Lula no IV Congresso do PT em Brasília. (Foto: Givaldo Barbosa / Agência O Globo)

 

 

Segundo a ministra, a vida permitiu que ela e os petistas amadurecessem, mas isso não a fez mudar suas convicções. “Amadureci e amadurecemos nós todos, na vida, no estudo nas responsabilidades do governo. Mas, esse amadurecimento não se confundiu com perda de convicções. Não sucumbimos aos modismos ideológicos e persistimos nas nossas convicções. Conseguimos através delas construir um projeto concreto e realista”, afirmou.

 

Dilma disse que recebe a tarefa do partido com humildade, coragem e determinação. “Recebo com humildade a missão que vocês estão me oferecendo, mas também com coragem e determinação. Com o apoio do presidente Lula, com o apoio dos partidos aliados. Participo de um governo de coalizão e quero formar um governo de coalizão”, disse. 

A ministra prosseguiu seu discurso dizendo que manterá todos os programas do governo, sua política externa e a reconstrução da máquina pública. “Nós vamos continuar valorizando o servidor público e o serviço público, vamos continuar reaparelhando o Estado, recompondo sua capacidade de gerenciamento e planejamento”, afirmou. 

Compromissos

Apesar de dizer que não apresentaria um programa de governo durante o discurso, a ministra fez questão de assumir compromissos com algumas ações do atual governo. 

Dilma afirmou que, se eleita for, manterá e reforçará as políticas sociais, que ampliará a construção de creches no país e que dará prioridade à construção de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e ao programa saúde na família. 

“O PAC 1, o PAC 2 e o programa Minha Casa, Minha Vida serão decisivos para melhorar as condições de vida dos brasileiros e resolver o que é uma das maiores chagas da historia do Brasil, que é a população ser obrigada a viver em favelas e em encostas”, discursou. 

A ministra deixou claro também que, se eleita, manterá a atual política econômica. “Vamos manter o câmbio flutuante, as metas de inflação e a política de juros”, disse. Ela também se comprometeu a cumprir todas as metas propostas pelo governo brasileiro durante a Conferência de Mudanças Climáticas, em Copenhague, no final do ano passado. “As metas do Brasil em Copenhague serão cumpridas com ou sem acordo internacional”, comprometeu-se. 

“Tenho enorme orgulho de ser petista e estou aqui aceitando a honrosa missão que vocês me delegam. Sei que não estou sozinha e a tarefa de continuar mudando o Brasil é de milhões, somos milhões, vamos juntos até a vitória, viva o povo brasileiro”, concluiu DIlma.

Tampão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse antes, também em discurso, que Dilma não é candidata tampão para preparar a sua volta à presidência. 


“Peço e quero fazer uma confissão, eleger a Dilma é uma das coisas mais importantes do meu governo, porque o bom governo tem que eleger sucessor. Então, quero que vocês saibam que eleger a Dilma é uma coisa prioritária na minha vida neste ano [...] Posso garantir, sem nenhuma presunção, que não tem hoje no Brasil alguém mais preparado para governar o Brasil do que a nossa companheira Dilma Rousseff”, concluiu.

 

 

Lula diz que Dilma não é candidata 'tampão'

Presidente também acusou preconceito de gênero contra a ministra.
Lula disse que é bom Dilma ser 'dura e rigorosa' na administração pública.

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste sábado (20), no congresso do PT em Brasília, que a ministra da Casa Civil Dilma Roussef não é candidata tampão para preparar a sua volta à presidência. "A Dilma não é candidata do Lula. Candidata tampão por que vai preparar a volta do Lula. Não é verdade. Rei morto, rei posto. Eu quero eleger a Dilma para que ela governe um primeiro mandato extraordinário e ganhe autoridade política para um segundo mandato" discursou. 

 

Lula listou os programas e diretrizes do seu governo e disse que Dilma é a melhor pessoa no país para dar continuidade ao projeto petista.

 

 

“Por tudo isso, peço e quero fazer uma confissão, eleger a Dilma é uma das coisas mais importantes do meu governo, porque o bom governo tem que eleger sucessor. Então, quero que vocês saibam que eleger a Dilma é uma coisa prioritária na minha vida neste ano. E quero pedir a cada mulher e a cada homem que querem continuar com a transformação no Brasil e posso garantir, sem nenhuma presunção, que não tem hoje no Brasil alguém mais preparado para governar o Brasil do que a nossa companheira Dilma Rousseff”, concluiu.

Defeitos e qualidades

Lula disse também que os preconceitos contra a ministra são contra suas qualidades. Segundo ele, Dilma também sofre com o preconceito de gênero, que para Lula ainda existe no país. 

“Não se iludam, os maiores preconceitos não são pelos defeitos da companheira Dilma e sim pelas suas qualidades. Primeiro por ela ser mulher, porque ainda a mulher é tratada como objeto de segunda classe no país e isso é uma coisa que não muda por lei, ou pela Constituição,mas o que vai ajudar é a queda do preconceito”, discursou. 

Segundo Lula, “para conhecer as qualidades da Dilma é preciso conviver com ela, é preciso teimar com a Dilma”. O presidente disse que é uma qualidade ela ser “dura e rigorosa” na administração pública.

 

O presidente disse que os adversários vão acusar a ministra de estatizante e isso não é ruim. “Não sei se vocês viram nos jornais ontem que a secretária de energia do Serra criticou nossa idéia que dar força para a Eletrobrás. Ela se incomodou com isso e então significa que estamos no caminho certo. Porque se as pessoas que privatizaram esse país estão preocupadas com o fortalecimento das estatais, estamos no caminho certo. Outra coisa que vão dizer é que a Dilma é estatizante, mas isso não é ruim. O Estado tem que ser o grande indutor e a Dilma sabe fazer isso como pouca gente do nosso querido Brasil”, discursou o presidente.

 

O presidente exaltou ainda a história de guerrilheira da ministra. “Essa menina que com 20 anos de idade, um pouco menos, resolveu por opção própria colocar a sua própria vida em risco para garantir a democracia nesse país. Essa mulher que fez da sua ação governamental um trabalho extraordinário a se dedicar para servir os outros e não se servir dos outros”, elogiou.

 

 

Dilma diz que ficou nervosa e emocionada durante discurso

Ela defendeu que país seja governado por uma coalizão de partidos. 
Ministra brincou com jingle da petista que a chama de 'coroa'.

 

 

 

 

A ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, disse neste sábado (20), ao final do congresso nacional do partido, que se sentiu nervosa e emocionada ao discursar para os militantes após ser aclamada pré-candidata à Presidência da República. 

“Emociona muito, mais emocionante impossível. É uma grande honra. A gente fica nervoso, mas é um nervoso bom”, disse Dilma. 

Questionada sobre a aliança com o PMDB, a ministra disse que não conversou com as lideranças peemedebistas que estiveram no congresso do PT, mas acrescentou que o Brasil precisa ser governado por uma coalizão de partidos.


“Eu acho que foi boa a presença deles aqui. Acho que o Brasil precisa de um governo de coalizão. Até pode um partido achar que vai governar sozinho. Eu não acho desejável para o Brasil que haja um governo de um só partido. Acho que precisa de uma base coesa sobre um programa, e acho que estamos caminhando para isso”, respondeu. Ela afirmou, porém, que a política de alianças será comandada pelo PT. 

Dilma também brincou com um dos jingles tocados durante o congresso do partido. A música diz: “Depois do cara a gente vota na coroa, a gente quer é gente boa”. Questionada se gostou de ser chamada de "coroa", a ministra respondeu: “de um determinado ponto de vista é muito bom ser a coroa”.

 

publicado por Levy às 02:34
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Sou um cidadão brasileiro que resolveu se aventurar na blogosfera por não aguentar mais a "ditadura da mídia". O título do blog “BRAZIL 21” é uma referência as grandes mudanças que estão ocorrendo no Brasil neste início de século, mudanças que arremessam o país as primeiras posições entre os grandes países do mundo dentro de uma ou duas décadas e Brasil com "z" pelo grande sucesso e reconhecimento que está tendo no exterior, mundo afora.

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