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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Paulo Nogueira e o macartismo da Folha

Do Blog do Miro

 

Preparando-se para a guerra eleitoral, a mídia demotucano já iniciou a “limpeza ideológica” nas suas redações. Na semana passada, o Grupo Abriu demitiu o editor da National Geographic do Brasil, Felipe Milanez, que criticou no seu twitter as distorções grosseiras da revista Veja. Agora, é a Folha de S.Paulo que dispensa o economista Paulo Nogueira Batista Junior, atual diretor do Brasil no FMI e um dos poucos colunistas que ainda justifica a leitura deste pasquim golpista.

O argumento usado é risível. A famíglia Frias alegou que “sua coluna é das mais longevas”, só não explicou porque outros antigos colunistas nunca foram molestados. Paulo Nogueira sempre foi um ácido crítico das políticas neoliberais de desmonte do Estado e da nação. Ele nunca deu tréguas aos tucanos colonizados, com seu “complexo de vira-lata”. Na luta de idéias em curso na batalha eleitoral, o economista seria um estorvo para José Serra, o candidato do Grupo Folha.

Relembrando as perseguições de 2006

Para disfarçar a sua política macartista de “caça às bruxas”, a Folha anunciou um novo plantel de colunistas, que inclui o Antonio Palocci. Com isso, ela tenta preservar a falsa imagem de “jornal pluralista”. Mas, como ironiza o jornalista Paulo Henrique Amorim, a jogada é rasteira. “Antônio Malloci, ex-ministro da Fazenda, como se sabe é um notável tucano que eventualmente milita no PT. Paulo Nogueira Batista Junior era um dos últimos vestígios de talento que a Folha exibia... A Folha, com um novo conjunto de ‘colonistas’, aproxima-se cada vez mais da treva sem fim”.

O clima de perseguição ideológica nas redações da mídia “privada” não é novidade. Na sucessão presidencial de 2006, ele também produziu suas vítimas, entre elas o jornalista Rodrigo Vianna, que não aceitou as baixarias da TV Globo na cobertura da campanha. Franklin Martins e Tereza Cruvinel também sentiram o ódio do “senhor das trevas” das Organizações Globo, Ali Kamel. Nos jornais e revistas, a perseguição fascistóide silenciou vários outros jornalistas.

A quem serve a liberdade de expressão?

Como afirma o professor Venício A. de Lima, estes episódios revelam “a hipocrisia geral que envolve as posições públicas dos donos da mídia sobre liberdade de expressão e liberdade de imprensa... As relações de trabalho nas redações brasileiras, é sabido, são hierárquicas e autoritárias. Jornalistas e editores são considerados, pelos patrões, como ocupando ‘cargos de confiança’ e devedores de lealdade incondicional”. Caso tentem manter a ética no seu trabalho jornalístico, eles são demitidos sumariamente. 

Com a aproximação da eleição presidencial de outubro, o clima tende a se deteriorar ainda mais nas redações, comprovando a falsidade do discurso dos donos da mídia e das suas entidades – como Abert, Aner e ANJ – sobre a “ameaça autoritária” do governo Lula contra a liberdade de imprensa. “Episódios como este nos obrigam a perguntar, uma vez mais, para quem é a liberdade de expressão que a grande mídia defende?”, conclui o professor Venício A. de Lima.

publicado por Levy às 07:38
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Não verás Lula nenhum

Do Brasília, eu vi

 

Em linhas gerais, Luís Fernando Veríssimo disse, em artigo recente, que as gerações futuras de historiadores terão enorme dificuldade para compreender a razão de, no presente que se apresenta, um presidente da República tão popular como Luiz Inácio Lula da Silva ser alvo de uma campanha permanente de oposição e desconstrução por parte da mídia brasileira. Em suma, Veríssimo colocou em perspectiva histórica uma questão que, distante no tempo, contará com a vantagem de poder ser discutida a frio, mas nem por isso deixará de ser, talvez, o ponto de análise mais intrigante da vida política do Brasil da primeira década do século XXI.

 

A reação da velha mídia nativa ao acordo nuclear do Irã, costurado pelas diplomacias brasileira e turca chega a ser cômica, mas revela, antes de tudo, o despreparo da classe dirigente brasileira em interpretar o força histórica do momento e suas conseqüências para a  consolidação daquilo que se anuncia, finalmente, como civilização brasileira. O claro ressentimento da velha guarda midiática com o sucesso de Lula e do ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, deixou de ser um fenômeno de ocasião, até então norteado por opções ideológicas, para descambar na inveja pura, quando não naquilo que sempre foi: um ódio de classe cada vez menos disfarçado, fruto de uma incompreensão histórica que só pode ser justificada pelo distanciamento dos donos da mídia em relação ao mundo real, e da disponibilidade quase infinita de seus jornalistas para fazer, literalmente, qualquer trabalho que lhe mandarem os chefes e patrões, na vã esperança de um dia ser igual a eles.

 

É verdade, mas só na Time, no Le Monde, no El País e na BBC de Londres...

 

 

Assim, enquanto a imprensa mundial se dedica a decodificar as engrenagens e circunstâncias que fizeram de Lula o mais importante líder mundial desse final de década, a imprensa brasileira se debate em como destituí-lo de toda glória, de reduzí-lo a um analfabeto funcional premiado pela sorte, a um manipulador de massas movido por programas de bolsas e incentivos, a um demagogo de fala mansa que esconde pretensões autoritárias disfarçadas, aqui e ali, de boas intenções populares. Tenta, portanto, converter a verdade atual em  mentiras de registro, a apagar a memória nacional sobre o presidente, como se fosse possível enganar o futuro com notícias de jornal.

 

Destituídos de poder e credibilidade, os barões dessa mídia decadente e anciã se lançaram nessa missão suicida quando poderiam, simplesmente, ter se dedicado a fazer bom jornalismo, crítico e construtivo. Têm dinheiro e pessoal qualificado para tal. Ao invés disso, dedicaram-se a escrever para si mesmos, a se retroalimentar de preconceitos e maledicências, a pintarem o mundo a partir da imagem projetada pela classe média brasileira, uma gente quase que integralmente iletrada e apavorada, um exército de reginas duartes prestes a ter um ataque de nervos toda vez que um negro é admitido na universidade por meio de uma cota racial.

 

Ainda assim, paradoxalmente, uma massa beneficiada pelo crescimento econômico, mas escrava da própria indigência intelectual.

publicado por Levy às 07:35
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Domingo, 16 de Maio de 2010

Biondi, em 1996: Petrobrás, Vale e o mar de mentiras

 

Do site Vi o Mundo

 

Petrobrás, Vale e o mar de mentiras

 

ALOYSIO BIONDI, na Folha de S. Paulo, em 28/11/1996 (por sugestão do leitor Carlos Alfredo Gomes*)

 

Na semana passada, a Petrobrás anunciou a descoberta de um novo poço gigante, furado no fundo do mar de Campos, no Rio, capaz de produzir 10 mil barris por dia. Talvez um em cada 1 milhão de brasileiros seja capaz de entender o significado fantástico desse número. Então, vale a pena dissecá-lo, neste momento em que se debate a privatização da vale do Rio Doce, a quebra do monopólio estatal do petróleo, a venda de estatais a toque de caixa, com a divulgação de mentiras para manipular a opinião pública.

 

No Brasil – os primeiros poços de petróleo do Brasil, descobertos no Recôncavo Baiano, produziam em média cem barris por dia; eram poços ”fraquinhos” quando comparados com os do México, Venezuela ou Oriente Médio.

 

No final dos anos 60, em 1968, a Petrobrás descobriu o primeiro poço de petróleo no fundo do mar, mais exatamente na plataforma submarina de Sergipe, com poços capazes de produzir 1.300 barris por dia, isto é, 13 vezes mais do que os poços baianos e próximo da média de México e Venezuela.

 

O grande salto, que até hoje não foi suficientemente entendido pela opinião pública, veio a ocorrer em meados dos anos 70, com a descoberta de petróleo na plataforma submarina de Campos, onde poços de produção cada vez mais estonteante foram sendo localizados: 3.500 barris/dia, 7.000 barris/dia e, agora, 10 mil barris/dia. Cada poço.

 

No mundo – esses poços de produção gigantesca fornecem o dobro ou o triplo dos poços recordistas da Venezuela e do México. E, atenção, equivalem aos poços “malucamente” recordistas do Oriente Médio.

 

EUA e mentiras


Para atacar a Petrobrás, analistas mal-intencionados dizem frequentemente que as empresas petrolíferas abrem milhares de poços nos EUA a cada ano, contra centenas ou dezenas perfurados no Brasil.

 

A comparação é totalmente enganosa. Nos EUA, por causa da formação dos terrenos e outros fatores, os lençóis de petróleo estão situados a poucos metros de profundidade — e, por isso mesmo, não há brasileiro que não tenha visto, em filmes norte-americanos, um “mocinho” achar petróleo usando ridículas sondas normalmente usadas para abrir cisternas d’água.

 

Poços de poucos metros de profundidade, facílimos de perfurar  — mas que, em compensação, não produzem mais do que dez barris (dez, mesmo) por dia. Mil vezes menos que o poço gigante brasileiro.

 

A Petrobrás está no extremo oposto. Com plataformas sofisticadíssimas, realiza façanhas: as sondas atravessam uma lâmina d’água (isto é, da superfície até o ”chão” do mar) de 300, 500 metros  — e depois começam a perfurar o “chão” do mar, chegando a até 2.000 metros de terreno perfurado.

 

Uma tecnologia tão avançada, tão ano 2000 — para usar o modismo dominante — que a Petrobrás é premiada como líder absoluta, primeiro lugar absoluto em tecnologia de perfuração submarina. No mundo.

 

Ainda sem rubor


No caso da Vale, as mentiras são as mesmas. Há décadas, a Vale, por meio da sua subsidiária Docegeo, é a grande descobridora de minérios no país.

 

Por isso mesmo, descobriu e é dona, em Carajás, no Pará, da maior concentração de  — atenção –  todos os tipos de minério de — atenção — todo o mundo.

 

Quanto à sua eficiência administrativa, foi elogiada em artigo recente nesta Folha pelo empresário Antonio Ermírio de Moraes, que, com sua honestidade intelectual, chegou a pôr em dúvida o acerto da privatização ( isso, apesar de seu grupo ser um ”comprador em potencial” ). Se a Vale tem tecnologia e eficiência administrativa, é preciso inventar outra mentira, repetida por ministros, ex-ministros e de-formadores de opinião. Diz-se que a Vale só paga de dividendos ou rende 1% a 2% ao ano para o Tesouro.

 

Ora, qualquer empresa privada faz o mesmo: se tem um lucro 100, entrega só uma fatia aos donos, aos acionistas, aos sócios e reinveste o restante em novos negócios, novas empresas. Aumenta, com isso, o patrimônio dos donos e o valor de suas ações.

 

A capacidade de mentir à opinião pública ultrapassou qualquer limite da capacidade de ter vergonha.

 

*PS do leitor: O poço gigante referido por Biondi no primeiro parágrafo: Roncador, onde seria instalada a P-36, que iniciou operação em Maio/2000 e explodiu-afundou em 15-20 de março/2001…

 

publicado por Levy às 07:39
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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Dilma Roussef - 13/05/10

publicado por Levy às 06:15
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Sábado, 1 de Maio de 2010

Tucanos navegando na internet

Reaça tucano fazendo sua "oposição" diária na comunidade "Fora Lula" do Orkut para "derrubar" o Lula.(by Maurício Lima)

publicado por Levy às 03:22
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Sou um cidadão brasileiro que resolveu se aventurar na blogosfera por não aguentar mais a "ditadura da mídia". O título do blog “BRAZIL 21” é uma referência as grandes mudanças que estão ocorrendo no Brasil neste início de século, mudanças que arremessam o país as primeiras posições entre os grandes países do mundo dentro de uma ou duas décadas e Brasil com "z" pelo grande sucesso e reconhecimento que está tendo no exterior, mundo afora.

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